ENTIDADE CONCENTRA esforços em escolarização e prevenção de acidentes e doenças do trabalho

Foto: Pixabay

O SESI Santa Catarina, entidade da Federação das Indústrias (FIESC), está redirecionando suas atividades para ampliar a prioridade a serviços voltados à prevenção de acidentes e doenças no ambiente de trabalho, além de elevação da escolaridade dos trabalhadores. O objetivo é manter a entidade conectada ao atual cenário da indústria, em forte transformação, para apoiar cada vez mais o setor na busca da competitividade, explica o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar. “Precisamos reduzir o déficit de escolaridade dos trabalhadores da indústria catarinense e aumentar os níveis de saúde e segurança no trabalho. Por isso, o SESI Santa Catarina, alinhado ao Departamento Nacional, está direcionando seus recursos prioritariamente para apoiar as indústrias nestas duas frentes”, afirma Aguiar. “Em 2017 foram registrados 13,7 mil acidentes de trabalho na indústria de Santa Catarina. O estado detém uma incômoda taxa de acidentes de trabalho. Precisamos enfrentar essa realidade e focar nossas atividades para que o uso dos recursos repassados pela indústria seja o mais eficiente possível”, explica Aguiar. “São assuntos de grande relevância humana. Além disso, acidente também é custo e afeta a competitividade, da mesma forma que os baixos níveis de escolaridade reduzem a produtividade”, completa.

 

Entre os serviços que serão ampliados estão os exames e controles de saúde ocupacional, diagnóstico e prevenção de riscos no ambiente de trabalho, análise ergonômica, audiometria, assessorias especializadas e gestão da saúde do trabalhador. Para priorizar este atendimento em saúde e segurança do trabalhador, haverá readequação de atividades como as competições esportivas organizadas pelo SESI e em serviços como odontologia, além de algumas especialidades médicas com menor demanda, o que será compensado pelo aumento do atendimento nas áreas-foco.

 

No caso da educação, embora os indicadores venham melhorando nos últimos anos, dois a cada cinco trabalhadores da indústria do estado ainda não concluíram a educação básica. Da mesma forma, para priorizar a elevação da escolaridade do trabalhador por meio do serviço de educação de jovens e adultos (EJA), haverá reorganização na oferta de cursos de educação continuada, que têm menor duração, privilegiando a oferta de ensino médio na modalidade EJA articulado com cursos de qualificação profissional.

Fonte: FIESC

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