DESENVOLVIMENTO - PRESIDENCIÁVEIS APOSTAM NA CONSTRUÇÃO CIVIL


Foto: Deepak Kumar/Pixabay


O evento “Diálogo da Indústria com os Pré-Candidatos à Presidência da República”, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, contou com a participação do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins. Os presidenciáveis Simone Tebet (MDB), Ciro Gomes (PDT) e o presidente da República, Jair Bolsonaro, apresentaram ao setor produtivo nacional ideias e visões para promover o crescimento econômico e social do país. Todos acreditam que a construção civil é um dos setores que mais podem ajudar nessa alavancagem econômica.


O presidenciável Ciro Gomes afirmou que “na construção civil está a única possibilidade de o Brasil ter, com a urgência necessária, um esforço explosivo de empregos”. A pré-candidata Simone Tebet destacou importância de uma política industrial coordenada e da atuação do setor produtivo para retomada do crescimento econômico. Se eleita, prometeu que a reforma tributária sobre o consumo será aprovada pelo Congresso Nacional nos seis primeiros meses de governo para enfrentar o Custo Brasil.


Os presidenciáveis focaram, também, na infraestrutura como uma das formas de promover o crescimento. De acordo com Simone, há 23 projetos prioritários em ferrovias que podem representar investimentos de R$ 100 bilhões, ou seja, mais geração de empregos. “O Estado necessário é aquele que presta saúde, educação segurança pública, habitação de qualidade e deixa a iniciativa privada como parceira, através de um amplo plano de investimentos em logística com regras claras, transparentes e fáceis de serem executadas para que possamos transformar esse Brasil num grande parque de obras públicas e de geração efetiva de dinheiro e renda”, disse.


O presidente da CBIC aproveitou a participação para ressaltar que a construção civil é responsável por 5,9% dos empregos do País, conforme dados divulgados, em junho, pelo Novo Caged. Em 2022, o setor foi responsável por mais de 15% dos empregos gerados, ou seja, três vezes mais.


Fonte: CBIC


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