DO JEITO QUE ESTÁ, NÃO DÁ! CAMPANHA MOBILIZARÁ SC PARA MELHORAR AS BRS


Foto: jonbonsilver/Pixabay


Na última semana, a campanha “BRs – SC não pode parar” foi apresentada durante reunião conjunta da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e da Câmara de Desenvolvimento da Indústria da Construção, em formato hibrido. Com duração de 12 meses, a campanha contemplará todas as regiões com Agenda Estratégica para infraestrutura de transporte e logística regionais. A ação mobilizará a sociedade catarinense e o Poder Legislativo com o objetivo de discutir soluções para que as rodovias acompanhem o desenvolvimento do estado. A reunião contou com participação dos presidentes da CBIC, José Carlos Martins, e da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), Mario Cezar de Aguiar, além do vice-presidente Região Sul da CBIC, Marco Antonio Corsini. O encontro integrou a programação da reunião itinerante da CBIC, em SC.


De iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de Santo Catarina (Fiesc) e do Grupo ND, a campanha foi apresentada pelo executivo da Câmara de Transporte e Logística da Fiesc, Egídio Martorano.


Ao reconhecer a importância da campanha, Martins reforçou o quanto “o setor da construção pode ajudar o País a melhorar a vida das pessoas e a competitividade”. A ação prevê a realização de fóruns e debates, seminários, abaixo-assinado e campanhas de educação e conscientização no trânsito. Aguiar destacou que se não nada for feito, o Estado será penalizado.


PROJETOS DE LEI VÃO IMPACTAR O SETOR CONSTRUTIVO

Também foram apresentados por André Cordeiro e Luiz Hames, da Diretoria Institucional e Jurídico da FIESC, projetos de lei que impactam o setor da construção, como o de APPs em áreas urbanas consolidadas.


O PL 2510, aprovado na Câmara dos Deputados, seguiu para o Senado Federal. Pelo relatório, ficou decidida a municipalização de regras de proteção de rios em área urbana; metragens mínimas serão definidas pelos municípios; não poderão ser ocupadas áreas de risco de desastres; a compensação ambiental apenas aos imóveis existentes nas faixas definidas por Lei Municipal até a data da decisão do STJ; e compensação coletiva apenas em caso de imóveis de utilidade pública ou de interesse social.


A reunião conjunta também abordou questões referentes à Cadeia de Suprimentos e Normas Técnicas.


Fonte: CBIC

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