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Indústria da construção comemora mais um ano de queda no número de acidentes


Jason Goh/Pixabay

A divulgação da cultura prevencionista e da capacitação dos profissionais de segurança e saúde foram algumas das atitudes que fizeram com que a indústria da construção civil diminuísse o número de acidentes no setor, com quedas percentuais significativas, resultado de ações desenvolvidas pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com o SESI Nacional.


Em números absolutos, de 2017 para 2016, houve uma queda de 13,74% no número de ocorrências. Em 2017, foram registrados 30.026 acidentes, contra 34.809 em 2016. A redução de acidentes sobre o total de vínculos empregatícios formais na indústria da construção em 2017 foi de 6,68%, se comparada a 2016. Desta forma, o percentual de acidentes de pessoas empregadas no setor caiu de 1,64% em 2016 para 1,53% em 2017 (números relativos) sobre o total de vínculos empregatícios no setor.


Na avaliação do vice-presidente da Área de Relações Trabalhistas da CBIC, Fernando Guedes Ferreira Filho, esses números são interessantes porque, no universo de cinco anos, essas quedas também têm ocorrido em números percentuais. “De fato houve uma queda significativa no número de trabalhadores do setor, em razão da crise econômica nacional. Em 2013, de acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério da Economia, o número de trabalhadores era de 3.094.153 e, em 2017 haviam registrados 1.961.791 trabalhadores. Mesmo com a queda do número absoluto de trabalhadores, os percentuais, os números relativos, também estão caindo. É um decréscimo real, portanto”.


Apesar da queda, informalidade ainda pesa negativamente nos índices de acidentes do setor

Para a Câmara Brasileira da Indústria da Construção - CBIC, os números poderiam ser melhores se as atividades da construção fossem realizadas apenas pelas empresas formais.


A indústria da construção é responsável pela construção de pequenas, médias e grandes obras de infraestrutura nacional, de programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e pela expansão do mercado imobiliário nacional.

No entanto, a realização de atividades de construção por pessoas que não são empresas construtoras, traço marcante da informalidade, é uma realidade preocupante por influenciar negativamente o resultado dos índices.


Para mudar esse cenário, a CBIC defende o engajamento de todos os entes envolvidos, incluindo a administração pública, no combate à informalidade.


Fonte: CBIC - Câmara Brasileira da Indústria da Construção


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