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NOVA NORMA REGULAMENTADORA 18 É LANÇADA EM SÃO PAULO

A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (SEPT/ME) e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) lançaram dia 10 de fevereiro, em São Paulo, a nova Norma Regulamentadora 18 (NR 18). Ela passou por amplo processo de revisão por representantes dos trabalhadores, empresários e governo. Na oportunidade, a CBIC e a SEPT/ME assinaram um protocolo de intenções para combate à informalidade na construção civil.


Ascom/CBIC

“A NR 18 é uma das normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho mais importantes no País. Também era uma das mais extensas e muito burocrática, prejudicava os investimentos no setor e ampliava a insegurança jurídica, o que termina afetando a geração de empregos”, afirmou o secretário do Trabalho da SEPT/ME, Bruno Dalcomo.


Para o presidente da CBIC, José Carlos Martins, “a nova NR 18 passa a dizer o que deve ser feito e não como deve ser feito, ou seja, a responsabilidade é do construtor, a responsabilidade é das pessoas que vão cuidar da saúde e segurança no trabalho. Então, por isso, nós estamos muito felizes hoje, com a nova NR 18, que é um marco para o trabalhador brasileiro”, informou Martins.


Após a publicação da nova NR 18 no Diário Oficial da União (DOU), o setor terá um ano para se adaptar às mudanças, a partir da data de publicação. A NR 18 estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização para implementação e controle de medidas de segurança na indústria da construção civil.


Além de abordar questões próprias e específicas da atividade da construção civil, como escavações, demolições, soldagem, corte, telhados, entre muitos outros, a NR 18 ainda descreve as instruções para outras situações relacionadas ao canteiro de obras, como os alojamentos e áreas de vivência para os trabalhadores, proteção contra incêndios, entre outros.


Ascom/CBIC

COMBATE À INFORMALIDADE NA CONSTRUÇÃO


A CBIC e a SEPT/ME assinaram um acordo de cooperação em busca de aumentar o grau de formalidade do setor. “Hoje nós temos 62% dos ocupados na construção civil que não recolhem a previdência, ou seja, são informais. Isso é um crime contra o trabalhador brasileiro e a CBIC, junto com todos os construtores que querem o melhor para o Brasil insistem: nós temos que combater essa chaga”, afirmou Martins.


Segundo Dalcomo, o governo não vai descansar enquanto não reduzir ainda mais as taxas de acidentalidade e a informalidade no Brasil. “É por isso que também firmamos com a classe patronal da construção civil um acordo que é exatamente para poder: de um lado combater a informalidade e de outro reduzir o número de acidentes e adoecimentos na construção civil no Brasil. Com essas duas variáveis – uma norma mais simples, mais objetiva, que permite uma maior fiscalização por parte do Estado e uma maior observação das questões de redução de acidentes -, entendemos que teremos um setor da construção civil mais saudável e de acordo com o crescimento do país”, destacou o secretário.


Fonte: CBIC

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