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MERCADO – A MULHER NA ENGENHARIA


As associadas do Sinduscon podem esperar novas oportunidades de união e engajamento feminino para este ano. Projetos estão sendo preparados e visam contemplar a realidade atual do mercado da construção civil, onde cada vez mais mulheres ocupam cargos operacionais e de liderança nos canteiros de obras e escritórios do setor. Mapeamento do CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) de 2022 revela que, entre um milhão de profissionais registrados em seu sistema, 200 mil são mulheres.


Para a engenheira civil Lucivania Delavalle, vice-presidente do Sinduscon, o participação feminina é muito importante e, apesar da maioria das vagas em cursos de engenharia e no mercado de trabalho ser ocupada por homens, essa realidade vem se modificando nos últimos anos e a tendência é que o número de mulheres siga em crescimento. “Nós compomos 20% das áreas de Agronomia, Engenharia e Geociências no Brasil. A presença feminina é realidade e, atuando com foco e resultados, o respeito e o reconhecimento profissional vêm naturalmente como consequência, a exemplo de qualquer outra área”, afirma.


A equidade de gênero em uma sociedade mais justa, igualitária e democrática está entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas). O número de mulheres em cursos de engenharia passou de 25 mil para 57 mil de 2003 a 2015, segundo dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), aumento de 128%.

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