SANTA CATARINA MANTÉM A MENOR TAXA DE DESEMPREGO DO PAÍS


Foto: Renan Medeiros/Secom Gov. de SC


Santa Catarina mantém índices acima da média nacional em relação ao emprego. No primeiro trimestre deste ano, o Estado registrou a menor taxa de desocupação do País (6,2%), menos que a metade da brasileira (14,7%). Os dados foram divulgados nesta semana, na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) trimestral, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, destacou que esse resultado é mais um indicador que demonstra a força da economia catarinense e aponta que o Estado está no caminho certo. “Nosso trabalho é garantir segurança para atrair investimentos e permitir que o setor produtivo se desenvolva e gere oportunidades e crescimento. Vamos seguir atuando para fomentar esse cenário a garantir a competitividade das empresas do nosso Estado”.


Santa Catarina também se destaca na taxa de informalidade entre as pessoas ocupadas. No Brasil, o índice nesta análise ficou em 39,6%. O estado teve a menor taxa de informalidade entre as unidades da federação, com 27,7%, seguido por Distrito Federal (29,3%) e São Paulo (29,5%). Os maiores percentuais foram registrados no Maranhão (61,6%), Amazonas (59,6%) e Pará (59,0%).

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, destaca que Santa Catarina é um estados diferenciado. “temos aqui os melhores índices de emprego e crescimento dos setores como indústria, comércio e serviços. Nosso desafio como gestores é trabalhar com políticas públicas para a manutenção do emprego e, consequentemente, a manutenção destes altos índices que mantém Santa Catarina no topo. E com todo o empenho de uma gestão focada e com apoio do setor produtivo temos conseguido manter esta liderança mesmo em meio ao enfrentamento da pandemia. Seguimos trabalhando para a manutenção da saúde e do emprego das pessoas”.


De acordo com a pesquisa, o número de desocupados em Santa Catarina chegou a 228 mil pessoas no primeiro trimestre de 2021. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a variação foi de 6,0%.


O economista da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Paulo Zoldan, analisa que “com este cenário, a taxa de desocupação, que mede a proporção de desocupados em relação ao total da população economicamente ativa, subiu de 5,3%, no último trimestre de2020, para 6,2% neste primeiro trimestre de 2021, portanto, a diferença de 0,9 pontos percentuais. Na comparação com igual trimestre do ano anterior, a variação foi de 0,6 pontos percentuais (p.p.). Santa Catarina manteve a menor taxa de desocupação do País. Distante do segundo lugar, o Rio Grande do Sul, cuja taxa é de 9,2% e, mais distante ainda, da média nacional de 14,7%”.




MAIOR PERCENTUAL COM CARTEIRA ASSINADA

E o resultado para Santa Catarina não foi diferente quando se trata do número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado. O Estado apresentou o maior percentual do País no primeiro trimestre de 2021, 88,4%. Na sequência estão Rio Grande do Sul (84,7%), Paraná (83,8%) e São Paulo (82,7%). Os menores índices foram registrados no Maranhão (48,0%), Piauí (54,5%) e Pará (54,6%), enquanto a média brasileira ficou em 75,3%.


Quanto ao percentual de pessoas desalentadas, que estão fora do mercado, mas fazem parte da força de trabalho potencial, o Estado catarinense ainda conta com a menor taxa, 1,1%, enquanto o Brasil registrou 5,6% no primeiro trimestre.


EM 2020

Quando se trata da taxa média anual de desocupação em 2020, Santa Catarina também apresentou a mais baixa do País (6,1%), seguida por Rio Grande do Sul (9,1%), Paraná (9,4%) e Mato Grosso (9,7%). As maiores foram observadas na Bahia (19,8%), Alagoas (18,6%) e Sergipe (18,4%).

Fonte: Governo de SC

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