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TURISMO E HOTELARIA: GRUPO ECONÔMICO DISCUTE MEDIDAS CONTRA A COVID-19


Foto: Filipe Scotti/FIESC


Em reunião do Grupo Econômico, coordenado pelo governo de Santa Catarina, o secretário da Fazenda, Paulo Eli, destacou a melhoria dos indicadores econômicos. Entretanto, ressaltou que há setores com restrições, como é o caso do turismo e hotelaria. No encontro virtual, o presidente da Federação das Indústrias (FIESC), Mario Cezar de Aguiar, sugeriu ao governo que estude a adoção de mecanismos que possam auxiliar no tratamento precoce de pessoas que estão na fase inicial da Covid-19.


“Dia 17 de dezembro completaremos nove meses da data de promulgação do decreto 515, do governo catarinense. Foi um decreto importante porque naquele momento havia um desconhecimento sobre a doença e as formas de tratamento. Até se esperava que o período de pandemia fosse bem mais curto, mas parece que essa situação vai se prolongar por um bom tempo. Então, vejo que é preciso discutir medidas, notadamente, a questão da ação precoce”, explicou Aguiar.


Ele colocou a FIESC à disposição para colaborar e informou que a entidade, por meio da plataforma CoronaDados, monitora diariamente a condição de saúde de cerca de 100 mil pessoas. Com aplicativos para celulares e aplicação web, o Coronadados permite acompanhar a evolução do vírus desde os primeiros sintomas e tomar as decisões certas para conter a disseminação.


Durante a reunião, diversos participantes demonstraram preocupação com os segmentos de turismo e hotelaria, que foram bastante afetados pela pandemia, e precisam com urgência de uma definição do governo em relação à adoção dos protocolos de segurança, especialmente por conta da chegada da temporada de verão.


No final de novembro, o Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (COFEM) enviou ofício ao secretário da Saúde, André Motta Ribeiro, defendendo revisão da redação das normas que atualmente limitam a ocupação no segmento hoteleiro no estado. O documento foi assinado pelos presidentes da FIESC, FAESC, Fecomércio, Fetrancesc, FCDL, FACISC, Fampesc e pelo superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SC), que afirmaram não entender a demora no encaminhamento da questão, pauta de reiteradas manifestações do setor.


Fonte: FIESC

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