ENTIDADES DA CONSTRUÇÃO SE UNEM EM MANIFESTO E AMPLIAM DEBATE SOBRE ALTA DE PREÇOS NOS INSUMOS
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O documento, assinado também pelo Sinduscon de Balneário Camboriú e Camboriú, Sinduscon da Foz do Rio Itajaí, Sinduscon de Criciúma e pela Associa-ção das Construtoras e Incorporadoras de Porto Belo, destacou a preocupação das entidades com os impactos desses aumentos. ‘Causa extrema preocupação a sinalização de aumentos generalizados entre 20% e 30%, especialmente quando justificados de forma genérica por possíveis reflexos econômicos decorrentes de instabilidades geopolíticas e de supostas elevações nos custos de matérias-primas e combustíveis. Reajustes dessa magnitude, anunciados de forma abrupta e sem demonstração objetiva, concreta e individualizada da efetiva elevação dos custos, revelam postura incompatível com a boa-fé e o equilíbrio que devem nortear as relações comerciais entre os agentes da cadeia produtiva da construção civil.’ - declararam as entidades no manifesto.
A iniciativa ganhou força ao ultrapassar o ambiente institucional. O manifesto teve ampla circulação no meio digital, com publicações em sites das entidades, redes sociais e compartilhamentos em grupos estratégicos do setor, ampliando o alcance da mensagem entre empresários, profissionais e formadores de opinião. O documento também ocupou espaço em mídia paga, com a publicação em dois dos principais jornais de circulação estadual, aumentando o alcance do posicionamento e levando o debate para um público mais amplo. Além disso, o assunto repercutiu em entrevistas e conteúdos jornalísticos, fortalecendo a visibilidade do tema na sociedade.
Também em abril, outras entidades setoriais emitiram comunicados mostrando que a preocupação com o aumento de custos é compartilhada em diferentes regiões do país e exige atenção coordenada entre os diversos elos da cadeia da construção.









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