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METRO QUADRADO, ITAPEMA REGISTRA VALORIZAÇÃO QUATRO VEZES MAIOR QUE A MÉDIA NACIONAL


Itapema fechou 2023 com variação positiva acumulada de 19,53% no preço do seu metro quadrado residencial para venda – quase quatro vezes mais que a média nacional. O percentual de valorização a colocou à frente das demais cidades com quem compartilha o 'Top 10' no ranking brasileiro das cidades com o metro quadrado mais caro do País, onde ocupa a segunda posição.


Ao longo do ano, Itapema acumulou quase o dobro da valorização registrada por Balneário Camboriú, que hoje está na liderança deste ranking e fechou 2023 com variação positiva de 10,82%, e Vitória, que está em terceiro lugar e fechou o ano com variação de 1,82%. Os números são resultado de pesquisa divulgada nos primeiro dias deste mês pelo Índice Fipezap.


O setor de venda de imóveis residenciais no Brasil encerrou o período apresentando bom desempenho, com valorização de 5,13% e preço médio do metro quadrado em R$ 8.720,00. Em Itapema, o preço médio do metro quadrado residencial está em R$ 12.498,00. Acima dela se encontra Balneário Camboriú, com preço médio de R$ 12.624,00 e, abaixo de Itapema, surge Vitória (ES) com R$ 10.877,00. A capital catarinense se encontra na quarta posição, com preço médio de R$ 10.786,00. Para o presidente do Sinduscon Costa Esmeralda, empresário Rodrigo Passos Silva, os números apresentados por Itapema são reflexo da qualidade dos imóveis oferecidos ao mercado pelo setor da construção civil, aliados às belezas naturais da cidade, à excelente localização geográfica e a proximidade com centros estratégicos de negócios. “Destaco, também, que na região da Costa Esmeralda temos Porto Belo em franca expansão com sua construção civil, junto de Bombinhas, que segue no mesmo caminho do crescimento imobiliário”, pontua.


A expansão em novas vagas de emprego criadas pela construção civil revela o aquecimento do setor. Em Itapema, o estoque de empregos já alcança 8.318 vagas, contra 6.772 registradas no ano passado – aumento de 22,8%. Em Bombinhas, o estoque de 738 empregos gerados pela construção  em 2022 subiu para 902 em 2023, computando aumento de 22,22%. E, em Porto Belo, o aumento foi de 48%, passando de 1.048 empregos para 1.552. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e se referem até novembro do ano passado – último balanço divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego até o momento.

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